Não consigo entender a lógica moral e política da oposição tucana ao governo federal. Entendo o posicionamento das entidades médicas pela defesa corporativa de reserva de mercado, mas não consigo entender este ataque de masoquismo político por parte da oposição tucana no plano federal.

Publiquei a primeira enquete sobre as intenções de votos para as eleições do ano vindouro. Tracei vários cenários, tentando antecipar tendências a partir da emergência de nomes tendo os partidos como seus pontos de partida.

Algumas observações precisam ser feitas:

1- Intenção de voto espontânea, neste momento, reflete mais a notoriedade das  personalidades políticas.

Na primeira semana de novembro deve ocorrer a primeira consulta à comunidade universitária sobre a composição da lista  tríplice para que seja nomeado o novo reitor da Universidade Federal do Oeste do Pará-UFOPA. Em dez anos de governo federal petista,  sempre Lula e Dilma nomearam o  mais votado. Lula chegou a nomear, na Paraíba, reitor ligado ao PFL (hoje DEM). A filosofia central do planalto nesta temática é não importar a luta política de  dentro da academia para o  gabinete do presidente ou do ministro da educação.

Passei 20 anos no PT. Saí em 2002 para evitar quebra da disciplina partidária em virtude de estar concluindo o doutorado em ciência política. Eu sabia que meu posicionamento público desagradaria o partido. Mas mantive bons amigos dentre os petistas, principalmente entre as correntes  não marxistas.

Até o final de semana finalizo a primeira sondagem visando as disputas de 2014. Testarei vários cenários para a disputa governamental e para o senado. Divulgo os resultados gerais, aqui. Quem quiser relatório detalhado ligar para 87029798 ou 81181824 ou 84081405 (vivo).

De antemão não posso trabalhar com a ideia de que Eduardo Campos vai abdicar da candidatura em favor de Marina Silva. Portanto vou produzir uma rápida análise trabalhando com a hipótese de que Marina apoiará Campos.