A notícia  de esporte que  surpreendeu a cidade hoje (12 )foi a retirada dos recursos  pela paralisação do campeonato paraense. Parece que o comandate do Santa Cruz retirou o recurso mais pensando nas consequências políticas deste ato do que na busca pela justiça.

Parece que Nunes saiu ileso desta mas deve ter aprendido uma grande lição: "passar trator" só em cima de aterro fofo.

Nos primórdios do cristianismo, eram os fiéis cristãos que aclamavam o sumo pontífice. A partir do século 12, era um grande colégio eleitoral, formado por bispos e cardeiais. Hoje é apenas o colégio cardinalício que elege a maior autoridade cristã  neste planeta. Sem dúvida uma democracia oligárquica.

A partir do censo de 2010 do IBGE o tribunal superior eleitoral-TSE acaba de aumentar a representação paraense na câmara dos deputados. Agora o Pará terá 21 deputados.

Depois de um longo domínio sobre o Centro Acadêmico de Letras-CAL, a esquerda, leia-se PSOL(MES e APS) e o PSTU foram apeados do poder estudantil. A chapa  (Re) (des)cobrir, coordenada por alunos sem partido venceu os oponentes por 198 a 116. "O lema da chapa foi Um CAL para todos". Parece que o discurso acadêmico começa a superar os discursos ultra politizado no movimento estudantil, aos moldes de 1968 dentro da universidade.

O campeonato paraense está judicialmente paralisado. O superior tribunal de justiça  desportivo-STJD suspendeu, liminarmente, o campeonato até que o recurso do Santa Cruz de Cuiarana (Salinópolis)  seja julgado pela federação paraense de futebol-FPF.

Ontem acompanhei a açodada discussão entre o presidente do supremo ministro Joaquim Barbosa e  juizes dirigentes de entidades nacionais de magistrados.

Já estou há 13 anos sem filiação partidária. Esta situação me permite fazer análises despreocupado de patrulhamento ideológico. Assim, quero falar de uma constatação simples mas eficaz na rotina do trânsito em Belém.