Ontem acompanhei a açodada discussão entre o presidente do supremo ministro Joaquim Barbosa e  juizes dirigentes de entidades nacionais de magistrados.

Depois de um longo domínio sobre o Centro Acadêmico de Letras-CAL, a esquerda, leia-se PSOL(MES e APS) e o PSTU foram apeados do poder estudantil. A chapa  (Re) (des)cobrir, coordenada por alunos sem partido venceu os oponentes por 198 a 116. "O lema da chapa foi Um CAL para todos". Parece que o discurso acadêmico começa a superar os discursos ultra politizado no movimento estudantil, aos moldes de 1968 dentro da universidade.

O governador de Pernambuco Eduardo Campos está colocando o PSB no limbo político. O lançamento, em S.Paulo de sua candidatura à presidência está deixando o PSB nos estados num grande dilema político.

Hoje em dia está em alta a formatação de projetos que visam a inclusão social e a ocupação do tempo ocioso de crianças e  jovens, envolvendo ações tantos culturais como esportivas. Cada gestor municipal ou estadual deve propor  ações para tentar  enquadrar-se nesse novo modelo.

Já estou há 13 anos sem filiação partidária. Esta situação me permite fazer análises despreocupado de patrulhamento ideológico. Assim, quero falar de uma constatação simples mas eficaz na rotina do trânsito em Belém.

O deputado Feliciano ficou famoso  na sociedade brasileira a partir dos protestos sociais contra a sua eleição para presidir a Comissão dos Direitos Humanos e de Minorias das Câmaras do Deputados.

Em 2008 o professor Sílvio Gusmão, de acordo com as regras do jogo, conquistou o primeiro lugar nas eleições para a Universidade do Estado do Pará. Todos esperavam que o governo Ana Júlia (DS-PT) fosse respeitar o processo democrático.