Dois mil e treze é um ano para os governos  adaptarem o comando das máquinas municipais  às suas estratégias administrativas com a finalidade de atenderem às demandas públicas. No plano estadual é o momento do início das inaugurações das obras de grande notabilidade, afinal 2014 está na porta.

As chuvas vêm demonstrando a performance de Belém como a capital menos saneada do Brasil. Duas ações se conjugam neste espetáculo com cara de catástrofe: a incapacidade dos governos municpais em viabilizar políticas de saneamentos e educação ambiental e a falta de visão do que é bem público por parte da maioria da população, especialmente a mais pobre.

Parece que os partidos perderam a noção do que é articular legalidade e legitimidade no exercício do poder político. A vitória recente  do senador Renan Calheiros para a presidência do senado é um exemplo cristalino desta assertiva.

Não basta ter maioria numa CASA legislativa para impor como chefe desta, o político que melhor sirva aos interesses dos grupos  presentes nos partidos parlamentares, à revelia da percepção popular.

Este é o caso recente da vitória que parece de "Pirro" do senador Renan no senado. O PMDB comprou esta briga e garantiu a candidatura deste político.

Ora, neste momento Renan responde no supremo graves acusações que podem terminar com sua cassação, mas parece que a percepção popular da imagem de um político não conta na tomada de decisão da maioria    do Senado.

Pois bem, neste momento já existe mais de hum milhão de assinaturas coletadas na internet que pede a saída do senador pemedebista da presidência do senado.

A crença nas instituições democráticas sempre foi um problema na jovem democracia brasileira. Neste momento em que governos democráticos vem melhorando o desempenho do Estado, surgem estes "politiquinhos" que continuam "desprezando" a opinião esclarecida, opinião esta, que se reproduz como um rastilho de pólvora na sociedade.

Será que mais uma vez teremos de depender do supremo para por ordem na CASA?

Passei um ano pelo governo Ana Júlia, uma de minhas intervenção "intelectual" na Casa Civil, foi a  proposição de  uma Coordenadoria com atividades semelhantes  ao  Ministério de Segurança Institucional, no plano federal.

Jatene´, sem apoio do governo federal,  está  no terceiro ano de mandato registrando índices acima de 70% de apoio popular.  Ao mesmo tempo mantém base parlamentar acima de 50% e tem apoio dos meios de comunicação de massa.

Conversando com um amigo do PMDB pelo facebook trocamos algumas ideias sobre a  sucessão estadual que se aproxima. Nesta conversa senti muita firmeza na seguinte frase: "se o governador continuar a tratar o PMDB  do jeito que vem tratando,  seguramente, o Padilha terá grandes chances de vir a ser o próximo governador do Pará".

Ainda nem em completou um mês que o comunicador Jefferson Lima estreou na TV, e uma nova história começa a ser contada na TV do Pará. Jefferson Lima Livre acontece todos os dias das 7 as 8 hs da manhã.