Orlando Silva deve ser o sexto ministro a cair no espaço de 10 meses de governo Dilma. Esquerda, direita e centro estão no olho do furacão.  Está ficando "perigoso" agir contra as finanças públicas.

Sabem qual é a maldição de Tucurui? nenhum prefeito  consegue se reeleger. Informações indicam que neste momento o grupo do deputado Parsifal Pontes já confabula possível aliança com o grupo de Cláudio Furman para derrubar eleitoralmente o atual prefeito Saint clair do PPS.

Fui ao campo neste domingo. O Papão teve maior posse de bola mas não conseguiu  entrar na defesa alagoana. Creio que nosso treinador não tem demonstrado boa performance tática.

Almir Gabriel, Arnaldo Jordy, Priante e Zenaldo devem disputar, palmo a palmo a passagem ao segundo turno com Edmilson. Eu diria que o adversário de Ed que atingir 17% estará no segundo turno.

Os jornais de hoje falam em paralisia nas ações políticas do comitê pró carajás. Dizem que tudo deve-se a falta de concepção da campanha que está sob guarda de Duda Mendonça que está exigindo 11 milhões para "liberar" a peça publicitária.

Não há dúvida, Edmilson só se tornará favorito num eventual  segundo turno em Belém caso amplie sua base eleitoral para o espectro ideológico de centro. O PSOL e o discurso pretérito de ED não permitirão que o mesmo construa coligações pragmáticas envolvendo partidos de centro e de direita.

 

Só resta a Edmilson e ao PSOL moderar o discurso e apresentar a versão de Ed paz e amor para tentar conquistar parte das classes médias que estão distante de um discurso ideológico e radicalizado. Aliás, desde a primeira  gestão de Ed em Belém entre 1997/2000, que Edmilson perdeu audiência na classe média da capital, principalmente após o reajuste do IPTU que taxou bastante este segmento social.

 

 

Edmilson tem duas alternativas, ambas pragmáticas: moderar o discurso em relação às classes médias ou "atacar" bolsões de classes médias  tentando conquistá-las, como os segmentos universitários, sindicais, culturais e de pequenos empreendedores.

A taxação especial sobre a importação de  automóveis  tem objetivo claro: os carros chineses. Não se trata de protecionismo, mas sim de uma  ação preventiva à indústria brasileira e aos empregos locais, explico: A China vem travando uma competição desleal no mercado mundial através de manipulação do câmbio, ausência da proteção do trabalho, salários aviltantes de seus operários e a exploração gratuita da mão de obras de presidiários.

Esta taxação não vale no interior do merco-sul