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Caso as eleições fosse hoje em Marabá Tião Miranda levaria. Porém uma mega articulação se movimenta nos subterrâneos da política marabaense e que trará grandes novidades. Os empresários prometem surpreender. A falta de "cintura" de Tião poderá levá-lo à derrota em 2012.
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Edmilson, Jordy, Priante e Zenaldo seriam de início e teoricamente os candidatos com mais densidade para a disputa do governo de Belém. Novos nomes podem alterar este
Leia mais: 2012: oito nomes especulados para candidatura em Belém
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Sabem qual é a maldição de Tucurui? nenhum prefeito consegue se reeleger. Informações indicam que neste momento o grupo do deputado Parsifal Pontes já confabula possível aliança com o grupo de Cláudio Furman para derrubar eleitoralmente o atual prefeito Saint clair do PPS.
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Fui ao campo neste domingo. O Papão teve maior posse de bola mas não conseguiu entrar na defesa alagoana. Creio que nosso treinador não tem demonstrado boa performance tática.
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Orlando Silva deve ser o sexto ministro a cair no espaço de 10 meses de governo Dilma. Esquerda, direita e centro estão no olho do furacão. Está ficando "perigoso" agir contra as finanças públicas.
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Os jornais de hoje falam em paralisia nas ações políticas do comitê pró carajás. Dizem que tudo deve-se a falta de concepção da campanha que está sob guarda de Duda Mendonça que está exigindo 11 milhões para "liberar" a peça publicitária.
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Não há dúvida, Edmilson só se tornará favorito num eventual segundo turno em Belém caso amplie sua base eleitoral para o espectro ideológico de centro. O PSOL e o discurso pretérito de ED não permitirão que o mesmo construa coligações pragmáticas envolvendo partidos de centro e de direita.
Só resta a Edmilson e ao PSOL moderar o discurso e apresentar a versão de Ed paz e amor para tentar conquistar parte das classes médias que estão distante de um discurso ideológico e radicalizado. Aliás, desde a primeira gestão de Ed em Belém entre 1997/2000, que Edmilson perdeu audiência na classe média da capital, principalmente após o reajuste do IPTU que taxou bastante este segmento social.
Edmilson tem duas alternativas, ambas pragmáticas: moderar o discurso em relação às classes médias ou "atacar" bolsões de classes médias tentando conquistá-las, como os segmentos universitários, sindicais, culturais e de pequenos empreendedores.

